Burger Joint, no Jardim Paulista

Foi fazendo bastante barulho que a versão brasileira da Burger Joint chegou à São Paulo. Recriação de uma hamburgueria da moda em Nova York, que se esconde dentro de um hotel, a casa no Jardim Paulista tenta recriar os aspectos que levaram sua irmã mais velha ao sucesso, mas de uma versão meio que tropicalizada. A grande pergunta é: será que São Paulo aguenta mais uma hamburgueria gourmetizada na cidade?

Nunca fui na Burger Joint original. Uma visita até Nova York está nos planos, mas por enquanto preciso me contentar com a nova versão brasileira. E uma coisa é certa: se por aquelas bandas a lanchonete for exatamente igual ao que temos por aqui, meu Deus, que grande problema temos por aqui.

Eu poderia dizer que mesmo com todos os erros encontrados durante nossa visita valeria a pena conhecer a casa pelo lanche, mas certamente estaria mentindo. A começar pelo começo: o salão é pequeno, e não existe um controle de quem entra e quem sai. Com isso, você entra e percebe uma multidão desgovernada, sem saber o local da fila, de esperar seu pedido ou de que caminho tomar.

Mas o pior não é nem a total falta de sinalização, mas a falta de preparo dos atendentes. Logo que cheguei percebi a aglomeração – que supus ser a fila – e resolvi perguntar para a moça do atendimento, que mesmo com a minha dúvida permaneceu imóvel de braços cruzados mostrando que sim, aquele caos era a fila.

Ficamos na fila, assim como todos os presentes. Da entrada na casa até sentar para comer foram 60 minutos. E quando você gasta 60 minutos pra comer um hambúrguer, não podemos chamar isso exatamente de fast-food, não é? A fila grande nem é o problema, mas a demora no preparo. A cozinha é pequena, e contei pelo menos uma dúzia de pessoas se apertando pra montar todos os pedidos. Mas, aparentemente, não está funcionando.

A proposta da casa é diferente? É sim. Não guardar lugares, já que a casa é pequena. Faz total sentido, já que não é raro ver aquela turma sentar e reservar uma mesa enquanto espera pelo pedido. Mas, entretanto, todavia, isso não é explicado claramente pra quem chega. Eu, de novo, supus por estar acostumado com essa proposta, que não é exclusiva da Burger Joint.

Por outro lado, boa parte dos visitantes não faz ideia, e nem entende o motivo de tal. Falta, mais uma vez, uma explicação clara, e não apenas contar com o entendimento natural do consumidor. Caso contrário, continuarão as constantes pedidas para sair da mesa – e dar lugar pra quem realmente tem um lanche em mãos – e caras feias dos clientes.

Legal. Mas e a comida? Ela é ok, apenas. Não é ruim, mas está longe de ser ótima. Não está nem entre as melhores da cidade. O termo joint impera: você paga um valor fechado e monta o lanche como quer. As opções são poucas, alface, tomate, ketchup, mostarda, picles e maionese. Sentiu falta do bacon? Eu também. Ainda é possível escolher entre o tamanho normal (R$ 25 com queijo) ou o duplo (R$ 39 com queijo). Escolhi a segunda opção, já achando um preço extremamente alto, mesmo para as hamburguerias mais gourmetizadas. E claro, foi uma decepção. Pedi o lanche completo, esperando o melhor que a casa pudesse me oferecer. Recebi um lanche onde a carne não tinha gosto de nada, e a mostarda era o único ingrediente que se sobressaia.

Ainda pedimos uma porção de Fritas (R$ 8), totalmente dispensável.

No geral, saímos de lá com um sentimento de tristeza, afinal, a lanchonete é a mais comentada desde seu lançamento. Por isso, fica difícil recomendar para qualquer pessoa, a não ser pra conhecer o buzz de perto. Pois não é apenas um fator que complica, mas é o atendimento que precisa melhorar, a comida que precisa melhorar e o preço que precisa ser readequado.

O Burger Joint é uma das hamburguerias mais conhecidas do mundo, ela fica em um badalado hotel em Nova York, e então resolveram trazer a tão famosa lanchonete para São Paulo e claro que não poderia ser em outro lugar que não fosse o Jardins. A casa fica super perto da conhecida Oscar Freire e isso faz com que esteja sempre bem cheio, isso não seria um problema se os funcionários fosse treinados de uma maneira correta. Como muitos nós não conhecíamos muito bem a casa, e por isso perguntamos para uma funcionária e ela nos avisou que era um Fast Food, você faz o pedido no balcão e senta quando vagar uma mesa.

Para começar, fast food para mim é comida rápida onde eu consiga fazer o consumo da refeição que devem ser preparada e servida em um intervalo pequeno de tempo e não foi nem de perto fast, demoramos mais de 1 hora entre pedir o lanche e ele chegar. A espera não me incomodou muito, porém quando o Rapha estava quase pegando o lanche eu sentei em uma mesa, mas as funcionárias fizeram eu sair por ter pessoas com o lanche na mão esperando. Entendo que é a função delas e acho certo eu ter que sair como eu fiz, mas o me incomodou muito foi que ela só fez isso comigo, outas pessoas que estavam segurando a mesa a muito tempo ela simplesmente ignorou. Isso realmente me deixou irritada, porque sei que ela só fez isso porque as outras pessoas que estavam sentada tinham caras de mais velhas e eu não, acho que o tratamento não foi igual para todos.
Não acredito que esse sistema funcione no Brasil, eu sinceramente não conheço a casa em Nova York, mas se for como a de São Paulo é uma completa zona, você não sabe onde a fila começa e as pessoas como já disse seguram as mesas por muito tempo e caso a funcionária de escolha você tem que sair e elas ainda te tratam mal depois porque foi o que aconteceu, quando chegaram os nosso lanches eu fui pedir uma mesa porque tinha muita gente segurando e não tinha nenhuma vazia, e ela achou ruim por eu ter pedido. Infelizmente aconteceram coisas que sinto que poderia ser evitadas caso o treinamento fosse melhor.
Como eu sempre digo acho que o atendimento influencia muito na minha expectativa, como uma boa joint burger que a casa mesmo chama e não um fast food, pedimos o unico lanche oferecido e pedimos duplo que sai por R$39, os complemento são alface, tomate, cebola roxa, picles, ketchup, maionese e mostarda. Acredito que alguns ingrediente poderiam estar presente também como bacon, mas isso é o de menos. Um lanche duplo de 39 reais eu esperava que fosse algo realmente grande, mas não é nem um pouco, é no máximo do tamanho do Big Mc, que por sinal tem mais sabor por conta do molho especial. Não posso dizer que é ruim, a carne e o queijo são realmente muito saborosos, mas o resto é muito sem graça.
A casa opta por pegar ketchup e maionese de marcas prontas e isso faz com que eles não tenham o sabor de uma maionese caseira por exemplo, acho isso um pouco frustante principalmente se você pensar que a lanchonete veio como grande estrela de São Paulo, o patrocínio nos molhos é realmente necessário? Mais uma vez, o lanche é bom, mas não é nem de perto um dos top 10 na minha opinião e também não gostei do atendimento. Acredito que pelo nome e pelo ator Bruno Gagliasso, ainda teremos algum tempo de holofotes mas para mim é uma grande decepção por trás de tanta expectativa.

Burger Joint – Rua Bela Cintra, 2116 – Jardim Paulista; Contato: 2495-1019; Transporte: ônibus, táxi; Pagamento: débito, crédito; Faixa de preços: $.
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