Starbucks, no Jardim Paulista

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“Vocês deveriam falar sobre o Starbucks”. Essa e outras várias mensagens parecidas foram enviadas pra gente desde que criamos o blog pra falar de comida em São Paulo. O séquito de fãs da cafeteria norte-americana é enorme por aqui, vide a fila comum encontrada em cada um dos estabelecimentos da rede. Hoje são cerca de cem endereços disponíveis, com foco no estado de São Paulo. E se o foco é aqui, imagina quantas têm apenas na capital? Pra fazer uma conta rápida, só na região da Paulista são 11! Da Consolação pro Paraíso, são elas: Haddock Lobo, Augusta, Frei Caneca, Center 3, Trianon, Campinas, Top Center, Brigadeiro, Paulista 500, Eliseu e Pátio Paulista. Pra dois quilômetros de extensão, até que está bom, não acha? Hoje vamos falar sobre a primeira unidade citada, que fica perto do metrô Consolação, e é uma das mais fáceis de chegar.

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Para muita gente o Starbucks não é sinônimo de se refrescar no verão, mas como estamos em um país onde precisamos mais nos refrescar do que aquecer, acredito que a marca traz boa opções para quem quer uma bebida gelado no verão absurdamente quente que vem fazendo. Alguns refreshers, frappuccinos e agora algumas bebidas com iogurte, como se fosse uma vitamina batida no gelo, que foi o que o Rapha escolheu.

Eu peguei um tradicional frappuccino com base de café, o de Choco Chip, que é o meu preferido! O frapuccino para quem não sabe, é como se fosse um cappuccino batido no gelo. É feito de café, gelo, leite, os pedaços de chocolate, coberto de chantilly e cobertura de chocolate. Nem sempre ele é bem feito e muitas vezes eles colocam muito gelo ou pouco café, dessa vez eles acertaram ele estava refrescante e com gostinho de café.

No fundo ele mais tem cara de uma boa sobremesa do que apenas um café, ele é bem mais que isso e muitas vezes não mata a sede. Nesse dia em especial o chantilly estava com um sabor esquisito, deve ser porque estava muito calor mas não gostei. Além de tudo se você pensar bem pagar mais de R$ 11 em um simples café é bem caro! Por isso não é um lugar onde você vai tomar um cafezinho todos os dias, mas quem sabe numa ocasião especial.

O Starbucks tem seguido o caminho das casas americanas onde são o centro das atenções para qualquer tipo de encontro, mesmo com um ambiente amplo a casa é silenciosa e serve até para estudar. O atendimento do Starbuck é sempre muito atenciosos, mas muitas vezes demorado demais e acaba fazendo fila enormes em quase todas as casas, algumas são sempre mais cheias e outras são mais tranquilas.

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Lembro quando o Starbucks chegou ao Brasil. Foi o maior frenesi entre os apreciadores de café, e também entre os apreciadores de status. A procura não era tão grande, e algumas franquias acabaram não dando certo. Ou você não se lembra daquela unidade na Faria Lima? Alguém me diz como um Starbucks na Faria Lima não deu certo? Seja qual for o motivo, as coisas foram se arrumando com o passar dos anos, e hoje já são por volta de cem lojas entre lá e cá. E com essa fartura toda, qual a conclusão que podemos tirar hoje da casa?

Pra mim, Starbucks é sinônimo de fila e atendimento bom e lento, basicamente. Sobre a qualidade dos produtos, vai de cada um reclamar do café, ou então dos valores cobrados. Mas sobre esses três pontos não tem muito que discutir. Voltando ao filtro que usamos no abre da crítica, falemos apenas da Paulista. Em alguma das 11 lojas, você consegue imaginar chegar, pedir e receber seu pedido em menos de cinco minutos? Eu não. O atendimento, embora seja atencioso, poderia ser mais bem treinado. Ou então ampliado. É muito enxuta a equipe, e isso acaba refletindo na enormidade das filas. E nem por ser, ou não bom, a qualidade de seus produtos. Muitas vezes apenas pelo status proporcionado em tomar um café do Starbucks.

Afinal, sejamos honestos, tirando toda a atmosfera legalzinha de quem está na fila pra ser atendido, os cafés são bons, e apenas bons. Os preços, nem tanto. Diferente do Brasil, nos Estados Unidos o pessoal está acostumado a tomar baldes e baldes de café. Muito por isso que o tal café deles seja consideravelmente mais fraco que o nosso. Ou você acha que consegue beber um venti de café preto que você compra no bar da esquina, ou pega no trabalho?

Entretanto, mesmo com o café tendo seus pontos discutíveis, as bebidas geladas da rede são um show a parte. E nesse momento a gente começa a falar de comida propriamente dita. Neste verão o Starbucks lançou duas novas bebidas geladas, que embora pareçam o frappuccino deles, são feitos com base de iogurte, e não de leite. Pedi o de Banana, e penso seriamente em voltar hoje mesmo a uma das milhares de lojas da cidade. Cremoso e super refrescante, tem o aspecto de uma vitamina extremamente gelada e saborosa, ótima pra matar um pouco esse calor insuportável do verão.

Tudo bem, não é uma bebida barata. O venti – conhecido por ser o maior copo disponível – sai em torno de R$ 15, que pode ser considerado caro, afinal, estamos falando de iogurte, banana desidratada (suposição minha) e gelo. Mesmo caro, o sabor final vale. Tanto que penso em experimentar a outra opção disponível, a de Frutas Vermelhas, ou pedir um frappuccino tradicional. Mas não consigo.

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