#Foodtrucks: Kombosa Shake, pela cidade

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Você sabe o que é um food truck? Conhecidos de longa data nos Estados Unidos, as caminhonetes que vendem comida são a última moda aqui em São Paulo. Desde a regularização da lei que permite este tipo de comercialização, no começo do ano, começou a surgir a cada dia uma Kombi com um tipo diferente de comida pelas ruas da cidade. A moda é tanta que já pipocam festivais e espaços próprios pra reunir o máximo possível de gente em volta desses diminutos caminhões. E não é pra tanto, sempre bem decorados e bonitinhos, a multidão parece ter recebido essa inovação de braços abertos.

Fomos pela primeira vez em um neste fim de semana, na segunda edição do Moema Food Truck, que aconteceu entre a Gaivota e a Cotovia, para ter um pouco dessa experiência. E junto disso nasceu a oportunidade de lançar uma série própria para este tipo de restaurante – se é que podemos chamar assim. A partir de hoje vamos caçar todas as opções de São Paulo, falando pra você quais prestam, quais são só moda, e quais realmente valem seguir. Hoje ficamos na longa fila do Kombosa Shake, que além de ter uma das mais fofas vans de sempre, trabalha com uma porção de sabores em um copo lindo.

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Vontade já tinha de ir ao menos uma vez a um food truck aqui em São Paulo. Fiz o teste em alguns outros países que pude visitar, mas com certeza o hype não era, nem de perto, tão alto como por aqui. Primeiro vale uma leve crítica da moda que se constrói em torno disso. Eu e a Na fomos dar uma passeada em um domingo à tarde no tal Moema Food Truck, que reunia seis diferentes caminhonetes numa travessa do bairro. Imaginei que não estaria muito cheio, afinal, o termômetro beirava aos 15ºC, mas o que pude perceber eram as filas ensandecidas atrás de um prato de comida. Gente, tudo bem que é novidade, que é legal, mas ficar quarenta minutos pra comprar um hambúrguer é demais, não acha? Como já estava em nossos planos preparar um post sobre o festival, acabamos encarando a aglomeração.

E tudo bem. Não foram quarenta, mas pelo menos meia hora foi perdida entre chegar, achar o final da fila do Kombosa Shake, que sim, vende milk shakes, e aguardar nossa vez de pedir. Muito tempo depois a atenciosa moça da Kombi veio nos dar uma ajuda com o confuso cardápio. São mais ou menos 30 opções de sabores, separados entre Tradicionais e Gourmet. Até aí tudo bem, afinal, a linha tênue deveria ser só o preço. Mas não era. Depois dos mais comuns, como Chocolate, Morango, Doce de Leite e até Mocca, começaram a surgir coisas do tipo: Afrodite Framboesa, Era do Morango e Lá Vem o Negão. Nada contra a criatividade alheia, mas se a composição de cada um fosse explicada no próprio cardápio, talvez a fila andasse mais rápido. Afinal, se você já sabe o que quer não precisa ficar, como eu, perguntando item por item do menu.

Apesar dos nomes sugestivos, e de todo o conceito gourmet aplicado, não sai muito do básico na minha escolha: fui em um milk shake de Doce de Leite, que fica na parte dos tradicionais, tamanho grande. Por grande entenda 700ml de puro sorvete gelado garganta abaixo. Pra quem gosta, é o paraíso. Eu gosto, então imagina? Mas sabe o que eu não gosto? De pagar R$ 16 por algo muito acima do seu valor agregado. Por mais in que seja comer em um food truck, por mais na moda que esteja postar no Instagram com os amigos um almoço de fim de semana na fila, nada compensa arcar com tanto para apenas um pouco de sorvete em um copo. Em lugar algum um milk shake custa R$ 16! Tudo bem, talvez em hamburguerias mais chiques, mas acho que não é o caso. Estamos falando de uma van estacionada no meio da rua.

Pelo menos o milk shake em si não é ruim. Ele tem gosto mesmo de doce de leite, ainda mais com lascas do mesmo doce de leite, que dão uma sensação ótima. E como já disse, são 700ml. Então, imagina. Mesmo não tão complexa como o da Na, a receita é bem boa, mesmo achando que o do Burger King consegue ficar pau a pau. E não custa tudo isso.

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Food truck é a mais nova moda por aqui. Sempre conhecido nos Estados Unidos e na Europa, esse tipo de restaurante parece ter chegado para dominar. São diversas feiras pela cidade, com algumas vans bem famosas e que conseguem cliente circulando pelas ruas em diferentes pontos e bairros. Recentemente criaram até um aplicativo para achar o seu food truck preferido nas ruas da cidade.

Nós fomos ao Moema Food Truck, que acontece uma vez por mês pelo bairro, nesse fim de semana. Essa feirinha é localizada na Rua Gaivota, e quando você chega sabe que está no lugar certo, tamanha a quantidade de gente no local. Eram seis carros, alguns variam de mês a mês. Nesta, que foi a segunda edição, havia o de milk shakes, de lanches, o de lanches de pernil, de vinhos, de sucos e de cachorro quente. E mesmo com o frio e chuva as filas estavam realmente grandes. Imagino se estivesse sol.

Optamos por tomar um milk shake na Kombosa Shake, já que era a menor fila, e tínhamos acabado de almoçar. Uma das mais famosas, a Kombi é lindamente enfeitada com rosa e azul, chamando bastante atenção de quem está por perto. O restaurante móvel oferece diversos sabores de shakes, todos muito interessantes. Porém, o valor é um pouco alto. Escolhi o Lá vem o Negão, que é feito com Oreo, cobertura de chocolate e gotas também de chocolate. E posso dizer: é muito, mas muito bom. Nada muito grosso, nem muito ralo. Na medida certa que um milk shake precisa ter.

Provavelmente se não tivesse sido o dia mais frio do ano eu teria aproveitado mais o meu pedido, que no final acabei achando enjoativo. Por acaso, ele faz parte da lista Gourmet, e o de 500ml (que foi o meu escolhido) custa caros R$ 15. Entretanto, valeu a experiência como nosso primeiro food truck, e da próxima vez prometo experimentar no verão, pra dar aquela refrescada, e talvez algo menos doce, pra não enjoar, hahaha.

Como encontrar?

Food trucks, como o próprio nome diz, são restaurante ambulantes que ficam circulando pela cidade, cada semana em um lugar diferente. Com isso, fica difícil apontar onde eles estarão. Mas além de seguir a própria página do seu food truck favorito, vale também baixar em seu celular o aplicativo Guia Food Truck, que mostra onde estão instaladas as vans no dia. Disponível tanto para iOS como para Android, é uma mão na roda, especialmente na hora que a fome bate.

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4 comentários sobre “#Foodtrucks: Kombosa Shake, pela cidade

  1. Pela quantidade de comentários em seu Blog, logo se vê que é de nenhuma importância seus comentários inoportunos. Se você não tem condições, fique em sua casa comendo cachorro quente com sua esposa, é infinitamente mais barato.

    1. Vanessa, boa tarde,
      Tudo bem?
      Qual o motivo de tanta raiva? Não concorda com o que escrevemos? Onde acha que estamos errados? É legal ouvir a opinião de quem acompanha o blog.
      Abs,

      1. Eu concordo com você.
        Tudo é tido como gourmet hoje em dia, o que acaba tornando-se oportuno para que seja cobrado caro.
        Pode ser uma delícia (aliás, tem que ser pelo preço) mas é mesmo caro demais.
        Há muitos lugares que não tem todo esse “nome”, mas que são tão gostosos quanto (e até melhores) com preços justos.
        E não estamos sozinhos nessa opinião. Modinhas não se sustentam por muito tempo. 😉

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